O nível de desempregados fechou outubro em 6,1%, caindo ao menor patamar desde 2002, começo da série histórica, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira, 25.
O antigo recorde de desemprego havia sido registrado em setembro (6,2%) e a população sem ocupação permaneceu em 1,4 milhão de um mês para outro. A ocupada também ficou praticamente estável em 22,3 milhões.
No décimo mês de 2009, a taxa de desocupação havia sido de 7,5%. No ano, o índice registra média de 7%; há um ano atrás, era de 8,3%.
A massa de rendimento médio efetivo cresceu 1% em relação a setembro, chegando a R$ 34,1 bilhões. No mês, foram 10,3 milhões trabalhadores com carteira assinada. O rendimento médio continuou em R$ 1.515,40, mas já acumula elevação de 6,5% no ano.
Empregado doméstico é o trabalhador com menor renda
Na segmentação por grupos de atividade, trabalhadores das áreas de educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social tiveram a maior remuneração média de R$ 2.187,10. Já os empregados domésticos, a menor, de R$ 576.
Os outros segmentos do mercado de trabalho tiveram os seguintes rendimentos: prestação de serviços à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (R$ 1.987,60); indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (R$ 1.561,20); alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais (R$ 1.305,40); construção (R$ 1.210,70) e comércio e reparação de veículos automotores (R$ 1.171,20).
Paulista tem melhor remuneração
Tomando-se como parâmetro o rendimento dos ocupados nas regiões metropolitanas, o paulista é mais bem remunerado, com R$ 1.097,03, enquanto o recifense, o pior, recebendo R$ 667,81. As médias nas outras regiões foram as seguintes: Rio de Janeiro (R$ 1.044,89), Porto Alegre (R$ 1.003,65), Belo Horizonte (R$ 952,64) e Salvador (R$ 840,06).
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